Para discutir e combater o câncer de mama entre as mulheres estão sendo intensificadas ações no município. Todas as ESF (Estratégias de Saúde da Família) vão realizar atividades de prevenção durante o “Outubro Rosa”, como aulas de dança, mutirão de exames, palestras, orientações e expansão no horário de atendimento.

A Secretaria Municipal de Saúde aderiu ao movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

As ações serão nas ESF Ramiro De Souza Lima - Residencial Furquim; José Mauro Neto, Três Marias; Gerolino José de Souza - Laranjeiras; Pedro Marinho de Mello Junior - Centenário; Salim Bonemer Filho - Souza Lima; Antônio Honório da Fonseca e Castro Neto - São Carlos; João Carlos Galhardo - União;  Moacyr Caldeira - Centro; Cambaúva - Jardim Aeroporto; Ulisses de Carvalho - Alvorada; José Caubi Campello Bessa - Rassim Dib; João Batista Paganelli - Andes; e Hugo Turcheto - Primavera. Leia mais na Folha da Cidade

Ao considerar a importância da Secretaria Municipal de Desenvolvimento para o crescimento da cidade, além da procura de empreendedores na questão de investimentos, a vereadora Ivanete Xavier (PSDB) através de requerimento questiona o secretário Antônio Francisco Armelin Gomes, a respeito do funcionamento do Prodebe (Programa de Desenvolvimento Econômico de Bebedouro). 

A vereadora afirmou que após a pandemia a situação de empresários, empresas e microempreendedor surgiu as questões da propositura de 8 de setembro desse ano, na qual o secretário respondeu em documento com data de 5 de outubro. “Perguntei muito sobre o microempreendedor, porque inclusive o projeto 108/2021, recém aprovado pelo Senado fala que o limite do faturamento anula do microempreendedor agora é R$ 130 mil. Sei de várias empresas familiares, que as vezes desenvolvendo uma atividade chegam a abrir duas, três micros para poder pagar um pouco menos de impostos. Queremos saber por parte do Executivo se tem disponibilidade, e se os pequenos também terão oportunidade, e como fazer”, observou a vereadora em Tribuna. 

Ivanete perguntou se existe um cadastro de pessoas que pretendem empreender em na cidade, mas por questões de imóveis disponíveis (terreno ou casa) aguardam contato para instalação de empresas em Bebedouro. “Hoje possuímos uma lista de 21 empresas interessadas em áreas ou barracões da municipalidade, esses preencheram uma solicitação e aguardam. Importante registrar que essas empresas na maioria já estão empreendendo em nosso município”, informou o secretário em resposta ao requerimento. Leia mais na Folha da Cidade

A Secretaria Municipal de Saúde informou que hoje haverá o Dia D da 1ª e 2ª dose para quem faltou de 12 anos ou +, sendo das 8h às 12h. E ainda confirmou a aplicação da dose adicional para os profissionais da Saúde das 11h às 17h. A vacinação ocorre hoje (16) na antiga Feccib, Jardim Casagrande, Recinto de Festas atrás do Estádio Sócrates Stamato.

Dia D será hoje (16), das 8h às 17h, no qual a atualização da carteira de vacinação vai até 29 de setembro. Os profissionais da Secretaria Municipal de Saúde vão aplicar 18 tipos de vacinas do Programa Nacional de Imunização. Os pais ou responsáveis devem atualizar a carteirinha de vacina na unidade de saúde mais perto de casa. Todas as unidades de saúde de Bebedouro, Botafogo e Turvínia estarão abertas. Leia mais na Folha da Cidade

O Projeto de Lei que institui o Banco de Ração vinculado ao Departamento de Vetores e Zoonoses, o qual é responsável pelo Canil Municipal tramita na Câmara. A iniciativa é das vereadoras Mariângela Mussolini (MDB) e Eliana Merchan (DEM). 

A íntegra da proposta pode ser conferida no site da Câmara na parte de proposituras, basta digitar projeto de Lei 65/2021, que entre algumas finalidades estão proceder ao recebimento e armazenamento de produtos e gêneros alimentícios para animais de companhia, perecíveis ou não, desde que em condições de consumo e com prazos de validade adequados, provenientes de doações de estabelecimentos comerciais e industriais ligados à produção e comercialização, no atacado ou no varejo, de produtos e gêneros alimentícios destinados aos animais; doações de apreensões por órgãos da administração municipal, estadual ou federal, resguardada a aplicação das normas legais; doações de órgãos públicos ou de pessoas físicas ou jurídicas de direito privado;

doações obtidas por projetos de patrocínio; e doações provenientes de condenações judiciais; entre outras. Leia mais na Folha da Cidade 

Em abril foi aprovada na Câmara, a Lei do Banco de Cadeira de Rodas e afins, no qual constituída de materiais doados, por pessoas físicas ou jurídicas, tais como cadeira de rodas, cadeira de banho, muleta, bengala, andador, produtos ortopédicos, cama hospitalar, entre outros.

Para saber a aplicação do projeto na prática, sendo que a Lei já foi sancionada pelo prefeito Lucas Seren. Procuramos a autora do Projeto, vereadora Eliana Merchan (DEM). E também Elaine Lucas, diretora da Promoção e Assistência Social, departamento municipal responsável pela administração do Banco Municipal de Cadeira de Rodas e afins, conforme consta na Lei. E por fim, Leandro Lauriano, coordenador de Acessibilidade. 

Vale ressaltar que com essa semana completam três semanas desde o primeiro contato. A título de publicação apenas a vereadora se manifestou. Explicamos que o projeto voltou a repercutir e ser questionado sobre a funcionalidade em razão da recente Semana de Prevenção às Deficiências no município. E que a preocupação apontada, conforme a nossa reportagem foi procurada é sobre não comprometer alguma mobilidade permanente e reduzida, além de não provocar alguma eventual lesão no caso da doação de alguma cadeira, e descobrir se existe avaliação médica para saber qual a cadeira adequada para a pessoa necessitada ser contemplada.

A Folha da Cidade procurou saber quem analisa se as cadeiras e os materiais estão em condições adequadas para serem doadas e entregues; se existe alguma orientação para a pessoa contemplada ficar atenta a manutenção no sentido de conservar e deixar a cadeira apta para uso; se o município aceita doação de cadeiras que precisam fazer manutenção, e se sim, quem faz a manutenção; entre outras considerações. A falta de respostas não fica limitada para um veículo de comunicação. A falta da mesma abrange a população, principalmente quando não se tem uma providência na prática em prol das pessoas que necessitam dos materiais apontados no projeto que ao menos na teoria já é lei. Sendo assim, não atoa há quem reclame da desorganização e do desinteresse do poder público desde a elaboração, articulação e aplicação da lei em diversos assuntos. 

Eliana informou que os materiais doados estão guardados provisoriamente no Departamento Municipal de Esportes, antiga Feccib. Inclusive, a Folha da Cidade fotografou o material disponível na ocasião, no qual ilustramos nessa matéria. Importante verificar se os materiais que aparecem nessa matéria estão disponíveis ou não. Ou se outros materiais estão à disposição para doações ou não.  

A vereadora revelou que esteve na Secretaria Estadual da Pessoa com Deficiência, e pediu para a secretária Celia Leão,10 cadeiras de rodas, um parque inclusivo para crianças, e duas cadeiras de trilha, sendo que o município aguarda a chegada. “O objetivo deste projeto de lei é o de atender às necessidades básicas dos indivíduos fragilizados pela pobreza e pela exclusão social, promovendo a dignidade da pessoa humana, princípio máximo do Estado Democrático de Direito. É sabido que inúmeras pessoas carentes necessitam de cadeira de rodas e afins e não possuem condições financeiras para compra destes equipamentos, enquanto outros cidadãos que deixaram de utilizar este tipo de material não conhecem um local apropriado para se desfazer deles. Esta propositura garante o direito de cidadania às pessoas carentes e com necessidades especiais e, ainda, trata-se de um projeto de grande alcance social e sem custo aos cofres municipais”, justificou Eliana sobre o projeto. 

De acordo com a Defesa Civil de Bebedouro, 10 árvores de grande porte caíram no município na sexta-feira (1), momento em que a edição de sábado (2) estava fechada. No qual a velocidade do vento foi de 60 km/h, e chuva de 20 milímetros. 

O órgão de Segurança alertou não ficar em baixo de árvores em razão da ventania e dos raios. E junto com a Defesa Civil Estadual, segue monitorando os principais sistemas de chuva, e em caso de risco de tempestades, emitirá alerta via SMS para os números cadastrados que possam ser afetados. 

Para se cadastrar e receber os alertas emitidos pela Defesa Civil no celular, enviar um SMS com o seu CEP para o número 40199. O serviço é gratuito e visa prevenir a população para ocorrência de acidentes e desastres naturais. Leia mais na Folha da Cidade

Com base no artigo 196 da Constituição Federal está assegurada o direito a saúde. O advogado Cassio Benedicto afirmou que isso significa que todos acometidos de qualquer doença, inclusive câncer, têm direito a tratamento pelos órgãos de assistência médica pública. E que neste sentido existem direitos assegurados as pessoas acometidas por essa doença.

O advogado falou sobre Diagnóstico, tratamento e remédios pelo SUS; Saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço); Auxílio-Doença; Aposentadoria por Invalidez; Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente (Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS); Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no Sistema Único de Saúde (SUS); Isenção do Imposto de Renda na aposentadoria; Quitação do financiamento da casa própria; Isenção de IPI na compra de veículos adaptados; Andamento Judiciário Prioritário;  e Cirurgia de Reconstrução Mamária.

A respeito da lei, ele afirmou que como penalidade é pleiteável indenização em face do órgão infrator ao não cumprimento desta lei. E informou sobre os órgãos, canais que o paciente pode buscar acesso para garantir os direitos. Leia mais na Folha da Cidade

A 15ª Festa Direito de Viver de Bebedouro e Distritos, na qual a renda será destinada para o Hospital de Amor de Barretos foi lançada oficialmente na terça-feira (28). A Comissão Organizadora coordenada por José Geraldo da Silveira Mello apresentou a programação do evento no Bebedouro Clube.

Vendas e informações podem ser obtidas com os envolvidos na Festa, sendo comissão organizadora, igrejas, maçonarias e voluntários. 26 de novembro haverá live com o cantor Daniel às 20h, Rede Vida. O Leilão do Gado em 25 de novembro, no qual por R$ 100,00 concorre a um Tourinho Nelore. Além de contribuir com o Hospital, a cada R$ 12,00 em doação, a pessoa adquiri um bilhete eletrônico para concorrer a um apartamento novo no valor de R$ 250 mil, no Condomínio Reserva da Mata em Bebedouro, sendo as vendas até 28 de dezembro, sorteio e resultado em 29 de dezembro. Problemas ou dúvidas pelo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Assim como José Geraldo, Luiz Antonio Jardini, gerente da captação de recursos do Hospital de Amor enalteceu a união no exercício da solidariedade em Bebedouro. Leia mais na Folha da Cidade

A Polícia Civil através da Delegacia Seccional, confirmou que na manhã de sexta-feira (24), no curso de Inquérito Policial previamente instaurado por força de requisição do Ministério Público do Estado de São Paulo, com objetivo de apurar a suposta prática de crime de maus tratos contra animais domésticos, esteve acompanhando trabalhos e levantamentos periciais nas dependências da ONG Dona Zuleika, situada na Estrada Municipal Abatedouro, s/nº, Jardim Ciranda.  

O trabalho foi feito por peritos criminais previamente requisitados à equipe de Perícias Criminalísticas de Bebedouro. Também participaram os trabalhos, representantes da Subseção da OAB de Bebedouro, servidores do Serviço de Vigilância Sanitária, Serviço de Vetores e Zoonoses e também Promotoria de Justiça. A nossa reportagem conversou essa semana com o delegado seccional José Eduardo Vasconcelos, que informou que o inquérito está em andamento, e que não tem informações que possam ser divulgadas no momento. 

A vereadora Mariangela Mussolini, protetora, e que atua a ONG afirmou que se sentiu uma bandida e assassina quando soube da presença policial no local. “O promotor veio e disse que foi a melhor forma para parar com o mimimi de algumas protetoras do mal, que insistem em dividir a casa animal em Bebedouro. Não é apenas em Bebedouro. Todos os municípios tem esse problema com os protetores de animais. Abriram o inquérito policial contra mim, contra a ONG”.

Além dos maus tratos, ela informou que os cachorros estavam passando fome, conforme uma das denúncias. “Funcionária antiga andou com um policial porque tinha que entrar na baia, mostrar a bacia de ração e da água. Ficam lá dentro, onde é para deitar quando está frio, e a comida fica lá para não molhar se chover. E se tiver poeira não suja a comida. O policial falou que não viu um cachorro magro”. 

Ela reconheceu que houve mortes por briga, e enfatizou que cães novos nunca foram colocados juntos com os antigos. “Infelizmente, e não colocamos cachorro ali para brigar e se matar. Estamos para cuidar dos animais que estavam nas ruas. Muito daqueles animais pegamos doentes e atropelados, recuperamos. Aí aconteceu isso. Quando resgatamos trago primeiro para minha casa. Tenho um setor, que falo maternidade. Colocamos os mais novos juntos, e eles ficam um tempo aqui até fazer uma baia. Na hora que faz a baia levamos esses que estão juntos há tempos. E foi isso que aconteceu. Nunca levamos um cachorro novo lá (Ong) e colocamos junto com os antigos. Elas estão tentando também me denegri nisso. Se colocar cachorro novo, claro que vão matar”. 

E reforçou sua luta na causa. “Minha vida foi pautada em sonhos. Uns possíveis e outros impossíveis. Até que vim para Bebedouro e Deus resolveu me colocar no caminho dos animais. Pois até então ninguém tinha conseguido ir muito adiante. É o caso da Dona Zuleika. O pessoal jogava os cachorros lá. Aí vim para repartir com ela. E não fosse o Italiano (ex-prefeito), que me convidou para trabalhar não teria ido para o Canil poder vingar a Lei de 1998 do deputado Feliciano. Animais recolhidos nas ruas eram sacrificados em uma semana, e com o Italiano parou isso aqui, e cumpriu-se a Lei. Com muita luta e renúncia consegui um Canil Municipal que não mais sacrificasse os animais. E poderíamos trata-los e doa-los. Até consegui com a Unesp, convênio veterinário, se a ONG fosse regulamentada. Regulamentei a ONG, e graças a Deus a gente consegue muita coisa. A partir daí conseguimos salvar muitos animais atropelados ou doentes nas ruas. Isso ninguém fazia e porque não queira assumir”.

Mariangela enfatizou que quando entrou para vereança conseguiu o local para abrigar os animais, que no caso é o antigo Matadouro, além da castração do município para os animais dos munícipes, e dos que são recolhidos nas ruas. “Até então ia em Jaboticabal castrar os animais em uma perua Kombi cheia de cachorro. Não ajudo somente animais de rua. Ajudo também as famílias, e os animais das famílias necessitadas. Por isso que a ONG tem padrinhos porque o pouco ou muito de dinheiro que entra, além de ser para remédio ou ração. Vou muitas vezes para a Unesp com dinheiro do meu bolso, e quando não tenho, o dinheiro é da ONG para pagar tratamento”.

Quem denunciou preferiu não se identificar. A protetora fez algumas perguntas como sugestão para reflexão. “Seu ego é maior do que o amor aos animais? Você acha que sua cidade não merece uma ONG referência? Você ajuda ONG da sua cidade ou somente coloca um pouco de ração e água na rua? Você gostou da sua cidade um veículo de TV detonando a ONG referência? Você está aplaudindo? Você está feliz? Se quer assumir a ONG e mostrar que é mais eficiente? Tentou se reunir com a ONG para tentar ajudar? Passou Natal, Ano Novo domingo e feriado limpando e cuidando dos animais da ONG? Pensaram que me denegrindo estão denegrindo anos de trabalho, renúncia e compaixão? Vocês estão denegrindo os funcionários da ONG, que estão todos tristes. Não trabalharíamos aqui se tivesse maus tratos. Ou vocês acham que eles (funcionários) são coniventes com os maus tratos? Sei o nome de cada um de vocês e do que vocês são capazes, mas vou deixar para a Justiça desvendar essa maldade. Vocês imaginam como estão os padrinhos e madrinhas da ONG? Porque não procuram a ONG para ajudar e agiram com tanta maldade e agressividade sem pensar nas consequências de todos os envolvidos na ONG? Teve a capacidade de filmar a cachorra agonizando para colocar em rede social e me detonar. Porque não pegou o animalzinho e saiu correndo para cuidar? Preferiu fotografar, ir guardando. Porque não foi um apenas. Tivemos um mês trágico. Tanto é que levei um benzedor lá. Todos os cachorros estão acostumados entre eles. Cinco em uma baia que são amiguinhos há muitos anos. Ninguém colocou animal novo lá porque a gente sabe que não pode. Já foram na ONG, e com portão trancado jogaram a cachorra e no outro dia tinha apenas a carcaça porque temos uns 10 cachorros soltos para vigiar a ONG porque não aceitam outro animal. Ninguém é louco de por um cachorro novo lá”.

E quando houve as mortes, ela recordou que foi até o prefeito Lucas Seren pedir ajuda. “Ele prometeu fazer mais cinco baias para ajudar, e já estão fazendo. Não me omiti em nada. Fui atrás. Uma coisa estranha. Porque estão brigando não sei. E a pessoa ter a capacidade de filmar ali dentro. Que coragem, né? Só para detonar. Venha conversar. Vamos pedir ajudar. Sou voluntária na ONG e procuro ajudar a todos”.

Confirmando que as denúncias não procedam. Se alguma providência será tomada contra quem denunciou. E também contra quem exerce fake news, caso for descoberta. “Sim, com certeza o jurídico da ONG está atento”.

Assim como em qualquer matéria, a Folha da Cidade segue com o objetivo de informar, e não acusar. Desejamos que a Justiça seja feita conforme o esclarecimento dos fatos, independentemente de condenações e absolvições. E que a causa animal não seja prejudicada em nenhuma situação. 

Lisa Helena Bianchini Maruoka especialista em Endocrinologia e Metabologia desde 2002 pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia falou do tratamento do paciente diabético durante a Covid-19.

Ela afirmou que inúmeros estudos científicos apontam risco aumentado de até duas vezes mortalidade ou letalidade por conta da infecção Covid-19 nos indivíduos diabéticos e pré-diabéticos. E comentou que o diabético apresenta algumas alterações do seu sistema imunológico com baixa resposta de suas células de defesa (linfócitos) às infecções, e aumento da inflamação crônica.

Ainda ressaltou que no caso de suspeita ou confirmação de infecção pelo Coronavírus todos os indivíduos, diabéticos ou não, devem procurar ajuda devendo seguir as orientações e prescrição do profissional de saúde. Leia mais na Folha da Cidade

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